sábado, 30 de junho de 2007
O mórbido passeio
Passeava no parque lá pelas seis horas, horário que a luz fica fraca e as cores parecem vibrar numa frequencia diferente. Arvores, plantas e alguns animais formavam o cenário calmante, relaxante que a envolvia. Porque a natureza relaxa.
Mas dentro da sua cabeça tudo que ela via era natureza morta.
Mas dentro da sua cabeça tudo que ela via era imagens de pessoas que sofriam, sangravam,e clamavam por ajuda no momento de sua morte.Árvores macabras retorcidas e o caminho ensanguentado formavam o cenário que a envolvia.
Depois das seis e meia já escurece e os tons ficam mais azulados e pendendo ao preto. Fica frio. Ela continua caminhando, dando voltas, meio perdida, meio longe dali. Mas nesse horário as imagens ficam mais vívidas, os gritos e lamentos mais altos. Ela própria senta num banquinho e começa a se lamentar.
Não adianta, porque ninguém sabe que ela existe. Ninguém vê que ela está lá no parque. Ela mesma não saberia o que fazer se alguém a notasse. As imagens mórbidas tomam conta da sua cabeça e a impedem de raciocinar comumente. Os outros não entendem...
Ás sete horas o parque já está escuro, e a luz vem só dos postes de iluminação. Dentro do alcance da luz tudo fica amarelado. Fora é tudo negro, escuro.
É hora de voltar pra casa. Sai do parque e volta à civilizaçao, vê carros, lojas e pessoas, passando, e começa a esquecer o que pensou no parque. Volta à vida normal.
Mas dentro da sua cabeça tudo que ela via era natureza morta.
Mas dentro da sua cabeça tudo que ela via era imagens de pessoas que sofriam, sangravam,e clamavam por ajuda no momento de sua morte.Árvores macabras retorcidas e o caminho ensanguentado formavam o cenário que a envolvia.
Depois das seis e meia já escurece e os tons ficam mais azulados e pendendo ao preto. Fica frio. Ela continua caminhando, dando voltas, meio perdida, meio longe dali. Mas nesse horário as imagens ficam mais vívidas, os gritos e lamentos mais altos. Ela própria senta num banquinho e começa a se lamentar.
Não adianta, porque ninguém sabe que ela existe. Ninguém vê que ela está lá no parque. Ela mesma não saberia o que fazer se alguém a notasse. As imagens mórbidas tomam conta da sua cabeça e a impedem de raciocinar comumente. Os outros não entendem...
Ás sete horas o parque já está escuro, e a luz vem só dos postes de iluminação. Dentro do alcance da luz tudo fica amarelado. Fora é tudo negro, escuro.
É hora de voltar pra casa. Sai do parque e volta à civilizaçao, vê carros, lojas e pessoas, passando, e começa a esquecer o que pensou no parque. Volta à vida normal.
Assinar:
Postagens (Atom)